8 de novembro de 2013

Participante nº3- Raven chan (cont.)

Por Detrás das Sombras #4



Ali estava eu quieta como pedra. Alguns minutos depois ele aproximou-se de mim e novamente pôs-me na cama. Eu estava sem reacção a única coisa que conseguia fazer era tremer. Ele abriu o saco que tinha e tirou algumas ervas que nunca tinha visto, uma espécie de tábua e curativos iguais aos que eu tinha acabado de tirar. Os lençóis estavam cobertos de sangue que esvaia das minhas feridas, o frio começava a invadir-me também.

7 de novembro de 2013

Participante nº3- Raven chan (cont.)

Por Detrás das Sombras #3


Os dias passaram e o rapaz continuava na minha turma. O mesmo papel continuava a aparecer todos os dias na minha mesa, sempre com a mesma frase. Habituei-me aos papéis, mas não ao facto de me sentir seguida e observada constantemente.

Quanto mais tentava ignorar mais persistente se tornava. Até que aquele dia chegou, o dia em que aconteceu algo impensável.

6 de novembro de 2013

Participante nº3- Raven chan (cont.)

Por Detrás das Sombras #2


“AS TREVAS AGUARDAM-TE”.

Não consigo tirar esta frase da minha cabeça. Tudo o que aconteceu depois de a ter visto ainda está muito turvo na minha cabeça. Mas desta vez consegui ver o tal ser por completo, se não fosse o facto de se ter desvanecido nas sombras, outra vez, as estranhas asas e os seus caninos pontiagudos podia jurar que era um humano. Mas porquê? Porque me continua a seguir? O que aquela frase queria dizer? Porque é que sou a única que o vejo até mesmo durante o dia? Tantas perguntas sem sentido nem respostas.

5 de novembro de 2013

Participante nº3- Raven chan

                                  Por Detrás das Sombras # 1



Estão a ver aquela sensação que temos quando nos sentimos observados no escuro? Pois na verdade estamos mesmo.

Era uma noite chuvosa e de trovoada quando adormeci na minha sala de estar, sim tenho o mau hábito de ficar no computador até tarde. Mas deixando isso de parte, nesse dia conheci um desses seres que vivem na escuridão sombria da noite.

Participante nº 2- Choi Kannie

Mal-entendido Bem resolvido 







Ela caminhava pela rua sem rumo sem ao menos ter uma ideia de para onde iria, mas isso a ela já não lhe importava, apenas pensava no que se havia passado, como é que tudo aquilo tinha acontecido em tão pouco tempo. Num momento estava na casa do namorado e no outro estava ali no meio da rua, com frio pois a roupa que trazia não a aquecia em nada, jeans e uma t-shirt eram roupas muito frias para a noite que estava, com a vontade que tinha de sair de casa do namorado nem se lembrara de vestir mais nada, com lágrimas nos olhos a sentir-se completamente sozinha era como estava agora.